Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Figueira da Foz ... vista do céu


 


 


publicado por Praia da Claridade às 00:00
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Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

Órgão do Mar

Cidade de Zadar, Croácia 
 

 
Órgão do Mar - na cidade de Zadar, Croácia



Situado na costa de Zadar, uma cidade da Croácia, encontramos o Órgão do Mar, degraus cravados em rochas que têm no interior um interessante sistema de tubos que, através dos movimentos do mar, forçam o ar e, dependendo do tamanho e velocidade da onda, criam notas musicais, sons aleatórios. As aberturas no cimento servem para o Órgão 'respirar' e também para levar os sons criados nos tubos.
 
Criado em 2005 ganhou o prémio europeu para espaços públicos (European Prize for Urban Public Space). O Órgão do Mar recebe turistas de várias partes do mundo, que vêm escutar uma música original que dá muita paz. O lugar também é conhecido por oferecer um belo pôr-do-sol, o que agrada ainda mais às pessoas que visitam a localidade.
 
Zadar é uma bela cidade do litoral da Croácia e foi duramente castigada durante a 2ª Guerra Mundial. A criação do Órgão é também uma iniciativa para devolver um pouco do que o lugar perdeu com tanta destruição e sofrimento.
 
Veja em vídeo:
 


 
Recebido por e-mail (N.Pereira)

 

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publicado por Praia da Claridade às 00:00
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Quinta-feira, 20 de Março de 2008

Surf - Ondas gigantes



Onda superior a 30 metros
 
 


publicado por Praia da Claridade às 19:49
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Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007

Por que é que as ondas...

 

 
 
 

Por que é que as ondas...
... chegam à praia quase paralelas à costa?
 

 
Se olharmos o oceano de cima, de um ponto mais elevado numa costa, vemos o padrão horizontal de cristas de onda que se aproximam dela. E podemos então notar que, seja lá de que direcção as ondas venham, elas acabam por se ir encurvando ao chegar mais perto da costa de modo a chegarem à praia numa direcção quase perpendicular a ela, mas raramente exactamente perpendicular.
 
O que se passa é que, quando uma onda se aproxima da costa numa direcção que faz um determinado ângulo com a perpendicular à costa, as partes mais próximas da costa «sentem» o fundo mais cedo e, nessas partes, a velocidade de propagação das ondas diminui. À medida que cada parte da crista da onda vai sentindo o fundo, as partes que o sentiram antes vão diminuindo cada vez mais a sua velocidade. Deste modo e de uma forma contínua a linha da onda vai sendo encurvada: um fenómeno a que se chama refracção das ondas, por ser similar ao que se passa com os raios de luz na refracção óptica. E é isto que faz com que as ondas acabem por chegar à praia numa direcção quase perpendicular a ela e rebentem de um modo quase paralelo à costa.
 
Na refracção, passa-se algo de parecido com uma fila de soldados que vira uma esquina em formação, com os soldados que estão mais perto da esquina a andarem mais devagar e os que estão longe dela a andarem mais depressa. Se uma onda encontra uma parte da costa mais saliente, como um promontório, a parte que a «sente» primeiro diminui mais depressa de velocidade e as outras partes, de ambos os lados, seguem em frente mas vão sendo encurvadas e vão acabar por rebentar de cada um dos lados dessa saliência (os soldados em frente ao promontório param e os outros atacam-no rodeando-o de ambos os lados). As ondas convergem nessas partes mais salientes e ao rebentar gastam nelas a maior parte da sua energia, causando mais erosão do que nas outras partes da costa. Nas baías, a refracção faz com que as ondas divirjam e a energia aí despendida seja mínima, tornando as baías mais calmas.
 
As partes salientes das costas «chamam as ondas». E a energia das ondas é assim distribuída de forma ir tornando a linha de costa cada vez mais rectilínea.
 
As ondas provocadas pelos ventos das tempestades podem ser extremamente destrutivas. Chegam por vezes a conseguir levantar estruturas de mais de 2000 toneladas. Mas as ondas mais destrutivas são as associadas aos maremotos e aos tsunamis.
 
 

publicado por Praia da Claridade às 00:00
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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007

Arte xávega





Também uma tradição nas praias do concelho da Figueira da Foz




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